Inteligência dos EUA afirma que Rússia está ajudando Trump à se reeleger

Inteligência dos EUA. Putin e Trump.

Autoridades da Inteligência americana alertaram deputados na semana passada que a Rússia estava interferindo na campanha de 2020 em apoio à reeleição de Donald Trump, disseram ao New York Times cinco pessoas familiarizadas com o assunto.

O briefing confidencial, ocorrido em 13 de fevereiro, irritou Trump, que segundo o jornal reclamou que, portanto, os democratas o usariam contra ele.

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No dia seguinte ao briefing, Trump repreendeu Joseph Maguire, o diretor interino da Inteligência Nacional, por permitir que ele ocorresse.

Trump ficou especialmente irritado com a presença no briefing do deputado democrata Adam Schiff, presidente da Comissão de Inteligência que liderou a investigação que levou à abertura de um processo de impeachment contra ele.

No briefing, os aliados republicanos de Trump contestaram as conclusões da inteligência, argumentando que Trump tem, portanto, sido duro com a Rússia.

O encarregado do briefing, Shelby Pierson, é um assessor de Maguire que tem a reputação de fornecer informações de maneira crua.

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O presidente anunciou na quarta-feira que estava substituindo Maguire por Richard Grenell, embaixador na Alemanha próximo do ideólogo Steve Bannon.

Embora algumas autoridades atuais tenham especulado que o briefing pode ter desempenhado um papel importante na remoção de Maguire, dois funcionários disseram que houve apenas uma coincidência, já que Trump nunca foi muito próximo do diretor de Inteligência e portanto já pensava em substitui-lo.

Porta-vozes do Escritório do Diretor de Inteligência Nacional se recusaram a comentar o assunto.

Um porta-voz da Casa Branca não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário feitos pelo New York Times.

FUNCIONÁRIO DA COMISSÃO DE INTELIGÊNCIA DEFENDE A REUNIÃO.

Um funcionário da Comissão de Inteligência da Câmara disse que o briefing de 13 de fevereiro foi, portanto, uma atualização importante sobre “a integridade de nossas próximas eleições”.

SUPOSTA INTERFERÊNCIA RUSSA NA ELEIÇÃO DE 2016.

A interferência da Rússia na eleição de 2016, por meio principalmente do uso de robôs nas redes sociais, foi investigada durante quase dois anos pelo promotor especial Robert Mueller.

Ele concluiu, portanto, que a interferência aconteceu, mas que não havia provas para afirmar que houve cumplicidade entre Trump e Moscou.

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