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Turquia assinou um pacto militar com as forças de Trípoli

A Turquia se aproximou do apoio militar ao governo internacionalmente reconhecido da Líbia no final do sábado, quando um acordo bilateral que prevê uma força de reação rápida, se solicitado por Trípoli, foi enviado ao parlamento.

A última ação da Turquia aumenta as tensões na região do Mediterrâneo uma vez que corre o risco de um confronto com as forças lideradas por Khalifa Haftar, com base no leste da Líbia, onde facções políticas rivais estão baseadas desde 2014.

No final do mês passado, Ancara e Trípoli assinaram um acordo militar e de segurança expandido e separadamente, um memorando sobre fronteiras marítimas que a Grécia afirma violar o direito internacional.

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Embora o acordo marítimo tenha sido enviado às Nações Unidas para aprovação, o acordo militar foi apresentado ao parlamento da Turquia.

“O acordo militar no Parlamento entrará em vigor após aprovação”, disse o ministro das Relações Exteriores Mevlut Cavusoglu no domingo (15)

Não estava claro quando uma votação aconteceria no parlamento controlado pelo Partido AK (AKP) do presidente Tayyip Erdogan e seus aliados nacionalistas do MHP.

Invasão a Trípoli

Na quinta-feira, Haftar instou suas forças a avançar em direção ao centro de Trípoli no que disse ser uma “batalha final”, depois de uma ofensiva contra o governo que começou em abril, mas parou fora da capital.

O Egito, que condenou o acordo marítimo como “ilegal”, pediu a outros países no domingo que parem de intervir na Líbia. Para permitir que o país restaure sua própria segurança e estabilidade, em uma aparente repreensão à Turquia.

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“Temos a capacidade de (intervir na Líbia), mas não queremos”. Disse o presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi em um fórum de jovens no resort de Sharm El-Sheikh, no Mar Vermelho.

Sisi expressou seu apoio aos “exércitos nacionais” na Líbia, uma aparente referência ao Exército Nacional da Líbia (LNA) de Haftar.

O Egito é um rival regional da Turquia e um dos principais apoiadores do LNA, que está lutando contra forças alinhadas com o governo internacionalmente reconhecido em Trípoli.

Por fim, no passado, o Egito realizou ataques aéreos na Líbia e canalizou apoio material ao LNA, segundo especialistas da ONU.

Fonte: Reuters

CG ADM

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