EUA

EUA preparam o maior destacamento de tropas da Europa em anos

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O exercício Defender-Europa 20 é uma reversão dramática após anos de cortes na pegada militar dos EUA na União Europeia.

O Exército dos EUA está planejando sua maior mobilização para a Europa em 25 anos. Assim sendo esperado 20.000 soldados programados para participar de um enorme exercício de projeção de força, informou.

O general Christopher Cavoli, comandante das forças terrestres americanas na Europa, disse que 20 mil soldados norte-americanos serão enviados no próximo ano para a Europa. Onde se juntarão a outros 9 mil outros soldados norte-americanos já estacionados lá.

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Cerca de 37 mil soldados participarão de exercícios militares em 10 países europeus de maio a junho de 2020, disse o general a repórteres no Pentágono.

As forças americanas começarão a partir em fevereiro. Bem como transportarão 13.000 peças de equipamentos militares, incluindo tanques, artilharia e veículos de transporte, por 4.000 quilômetros (2.500 milhas), disse ele.

Esse será um grande desafio logístico, já que as ferrovias dos países ex-soviéticos têm bitolas menores que as da Europa Ocidental. Outro problema são as suas pontes na qual não são construídas para suportar o peso de um tanque Abrams de 70 toneladas.

O exercício Defender-Europa 20, como é chamado, marca um ponto de virada estratégico após anos de cortes militares dos EUA na Europa pós-Guerra Fria.

OTAN

Embora Cavoli não tenha destacado a Rússia como foco, ele disse que a anexação da Crimeia em 2014 mudou tudo.

“O objetivo é demonstrar a capacidade das forças armadas dos EUA de enviar rapidamente uma grande força para apoiar a OTAN e responder a qualquer ameaça”, afirmou Cavoli

O anúncio segue uma cúpula anual da OTAN, desta vez realizada em Londres, onde ao mesmo tempo os aliados discutem sobre uma série de questões e prometem revisar a estratégia da aliança para melhorar sua postura diante dos desafios futuros.

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A OTAN estava passando por uma crise de identidade, onde o presidente Trump insinuou que os EUA carregava a organização militar nas costas.

Por fim, quem também chegou a fazer um comentário polemico sobre a aliança, foi o presidente Frances, Emannuel Macron. Ele disse em novembro de 2019 que a OTAN estaria sofrendo de morte cerebral.

Fonte: i24news

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