Após Argentina pedir diálogo, Bolsonaro ameniza tom

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Bolsonaro e Fernandez pode desencadear uma crise diplomatica entre Brasil e Argentina após discussões.

Após o governo da Argentina ter feito diversas concessões e ter pedido diálogo ao Brasil, o presidente Bolsonaro também decidiu amenizar o seu tom.

“Não queremos brigar com ninguém, queremos fazer comércio com o mundo todo. Não queremos brigar com a Argentina”, disse o presidente na manhã desta terça-feira ao conversar com jornalistas na saída do Palácio da Alvorada.

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Bolsonaro, que afirmou que não iria pessoalmente na posse de Fernández, inicialmente havia decidido enviar o ministro da Cidadania, Osmar Terra, como seu representante.

No entanto, na segunda pela manhã confirmou que Terra não iria mais e disse que estava analisando a “lista de convidados”.

Após ver convites ao boliviano Evo Morales, o cubano Raúl Castro, assim como ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Bolsonaro havia portanto se irritado.

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No entanto, após reuniões, Bolsonaro decidiu pela presença do vice para manter, portanto, os canais abertos com o país vizinho.

Ao comentar a relação com os vizinhos, o presidente fez questão de lembrar que o partido do ex-presidente argentino Maurício Macri fez uma boa bancada no Congresso.

E que portanto, o novo governo teria problemas para “impor sua política”.

“Estou torcendo que a Argentina dê certo. Se bem que os números dizem que vão ter, portanto, mais dificuldades que nós”, comentou.

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