AMÉRICAS

Equador declara estado de exceção no país devido à protestos

Os protestos estão ocorrendo devido ao aumento no preço dos combustíveis.

gasolina

O presidente do Equador, o centro-esquerdista Lenín Moreno, declarou hoje o estado de exceção em todo o país, devido à fortes protestos contra o aumento em até 123% no preço dos combustíveis.

O presidente declarou:“Com o objetivo de precautelar a segurança da população e evitar o caos, determinei o estado de exceção em nível nacional”, disse o presidente à imprensa, após liderar uma reunião de gabinete.

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O aumento foi provocado pelo fim do subsídio estatal aos combustíveis, que existia havia quatro décadas. A alta nos preços, inclusive, foi uma medida acertada com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

No centro histórico de Quito, o comércio foi fechado e um grande aparato policial evita que manifestantes se aproximem do Palacio de Carondelet, sede da presidência equatoriana, onde Lenín Moreno se reuniu com ministros.

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Alguns jornalistas dos jornais “El Comercio” e “Expresso” denunciaram terem sido agredidos pela polícia, mesmo se identificando como membros da imprensa. A ministra María Romo pediu desculpas aos profissionais.

O estado de exceção é, a princípio, válido por 60 dias em todo o território do Equador, podendo ser prorrogado por mais tempo.

O SUBSÍDIO EXTINTO POR MORENO.

Segundo o jornal “El Universo”, Moreno descartou completamente retomar o subsídio aos combustíveis, apesar das manifestações. “As medidas permanecem firmes. Não há a menor possibilidade de alterar as medidas relacionadas a esse subsídio perverso que causou danos ao país. Não é possível permanecer nessa distorção que causou uma grave deterioração da economia nacional”, disse o presidente.

O fim do subsídio afeta principalmente motoristas de aplicativos, taxistas, empresas de ônibus e pessoas que dependem de seus veículos para irem ao trabalho.

A polícia tem conseguido conter os protestos, porém, se acredita que as forças armadas possam ser convocadas em pouco tempo.

CG ADM

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