Amazônia: Venezuela, Chile e Colômbia oferecem ajuda ao Brasil

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Depois de imagens dos incêndios florestais na Amazônia acenderem um alerta sobre as queimadas, alguns países sul-americanos ofereceram nesta quinta-feira ajuda ao Brasil e à Bolívia no combate as chamas.

O primeiro a se manifestar foi o presidente da Colômbia, Iván Duque. “A tragédia ambiental na Amazônia não tem fronteiras e deve chamar a atenção de todos. Nós, do governo nacional, oferecemos aos países irmãos o nosso apoio para trabalhar conjuntamente em um propósito urgente: proteger o pulmão do mundo”, escreveu o mandatário no Twitter.

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O gesto de Duque foi seguido pelo do presidente do Chile, Sebastián Piñera, que afirmou ter conversado com seu homólogo brasileiro, Jair Bolsonaro, para expressar solidariedade diante desta catástrofe

“Ofereci a Bolsonaro a colaboração do Chile para ajudar a esse país irmão e amigo a combater com mais eficácia e força os grandes incêndios florestais que afetam a Amazônia”, afirmou Piñera a jornalistas, acrescentando que também fez a mesma proposta ao presidente boliviano, Evo Morales. Evo Morales

 

A Venezuela também ofereceu aos dois países sua “modesta ajuda” para combater “essa tragédia dolorosa”. Em um comunicado, o governo de Nicolás Maduro expressou preocupação com as queimadas.

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“A Venezuela expressa sua profunda preocupação com os gigantescos e terríveis incêndios que assolam a Amazônia em territórios de vários países sul-americanos, com gravíssimos impactos sobre a população, os ecossistemas e a diversidade biológica”, destacou o Ministério do Exterior da Venezuela.

Já a Bolívia pediu ajuda ao Brasil e ao Paraguai para combater os incêndios na fronteira trinacional e informou que o fogo já devastou 744.711 hectares de florestas, pastagens e plantações na região da reserva de Chiquitanía. Seis aviões e cerca de 2.500 pessoas trabalham nos esforços para conter as chamas em território boliviano.

Maduro também rejeitou a interferência francesa na questão da Amazônia.

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