A ONU denunciou a Síria e a Rússia por usarem fósforo branco e bombas de fragmentação contra terroristas

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O governo de Bashar al-Assad voltou a atacar setores da província de Idlib, no noroeste da Síria, nesta segunda-feira (3). Seis civis foram mortos.

Quatro morreram na localidade de Maaret al-Noomane, submetida a intensos bombardeios nos últimos dias, afirmou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

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Moradores fugiam em meio à destruição, enquanto equipes de resgate transportavam feridos, ou retiravam sobreviventes, relata o correspondente da AFP.

A ONG Human Rights Watch (HRW) acusou os governos da Síria e da Rússia de usarem armas proibidas internacionalmente, como bombas de fragmentação e armas incendiárias, mas também “barris explosivos”, geralmente lançados de helicópteros sobre setores habitados por civis.

“Síria e Rússia usam um coquetel de armas proibidas internacionalmente contra uma população civil encurralada”, denunciou a diretora interina para Oriente Médio da HRW, Lama Fakih.

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O Kremlin justificou os bombardeios com acusações aos extremistas por terem atacado zonas pró-governo.

“Os bombardeios dos terroristas procedentes de Idlib são inaceitáveis e foram tomadas medidas para neutralizar essas posições de artilharia”, declarou Moscou em um comunicado.

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Em um mês, cerca de 300 civis foram mortos nos bombardeios sírios e russos nessa província e em zonas limítrofes, de acordo com o OSDH.

Segundo a ONU, pelo menos 23 hospitais e várias escolas foram atingidos, e mais de 270 mil pessoas tiveram de deixar suas casas.

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