Reino Unido envia 5 Helicópteros Apache para Estônia em sinal de alerta a Rússia

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O Reino Unido implantou cinco de seus helicópteros de ataque Apache na Estônia, que partiram de sua base de Wattisham, em Suffolk, no dia 15 de abril em alerta a Rússia.

Os helicópteros, do Esquadrão 663, fazem parte do Corpo Aéreo do 3 Regimento do Exército Britânico a qual estão sendo enviados para os países bálticos por três meses.

Os Apaches trabalharão em conjunto com os helicópteros de reconhecimento de batalha Wildcat também do Exército Britânico que visa oferecer valiosas oportunidades de treinamento aos aliados da OTAN no exercício anual Spring Store, da Estônia e ao grupo de batalha liderado pelo Reino Unido destacado na presença avançada da OTAN (eFP).

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Antes dos Apaches partirem de Wattisham, o Secretário de Defesa, Gavin Williamson falou com os soldados que voam e mantêm a aeronave. O objetivo era entender mais sobre suas capacidades e sua missão.

Depois de testemunhar a partida da aeronave da base aérea de Wattisham em Suffolk, o secretário disse que a implantação ocorre um momento “realmente vital e muito importante” e que se destina a objetivos de “dissuasão.

“A ameaça que vemos que emana da Rússia é muito credível e parte da razão pela qual estamos implantando cinco helicópteros Apache ataque é para garantir que se adaptar a uma situação de mudança”, disse Williamson, citado pela imprensa britânica.

Apesar disso ter ocorrido na segunda-feira dia 15, só hoje foram liberado imagens e mais detalhes sobre essa transferência temporária dos Apaches.

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A implantação de helicópteros aumentará a presença do Reino Unido nos países bálticos, conhecida como Operação Cabrit, que contará com cerca de 1.000 funcionários, tornando o Reino Unido o maior contribuinte para a eFP.

A habilidade de vigilância do Wildcat, combinada com os sensores e armas do Apache, e isso será uma mudança na capacidade das tropas de detectar, rastrear e engajar alvos durante os exercícios em que participam.

O Major Dave Lambert, oficial comandante do Esquadrão 663, disse:

“O deslocamento para a Estônia é uma oportunidade fantástica para o Esquadrão se desafiar. Ele testará como vamos implantar e operar no exterior, desenvolver nossa parceria operacional com a Wildcat e nossa capacidade de trabalhar ao lado de nossos aliados da OTAN”

Esta missão foi estabelecida pela OTAN nos países bálticos e na Polônia para lidar com o que eles chamam de agressão russa na Europa Oriental após a Rússia reintegração a Criméia em um referendo em 2014.

Fonte: Cavok

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