Irã Nuclear

Irã poderia deixar o tratado de não proliferação de armas atômicas

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Neste domingo (28) o governo do Irã deixou claro que poderia deixar o tratado de não proliferação de armas atômicas.

Essa declaração vem junto do aumento da tensão entre EUA e Irã, deixando a intender que o irã pode sim vir a construir uma arma nuclear caso os EUA continuem com a sua politica externa “hostil” ao governo iraniano.

A declaração de que o Irã tem como opção, a saída do tratado de não proliferação de armas atômicas, foi feita pelo Ministro das Relações Exteriores iraniana.

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“As escolhas da República Islâmica são numerosas, e as autoridades do país estão considerando-as e deixar o TNP (Tratado de Não-Proliferação Nuclear) é uma delas”, disse Mohammad Javad Zarif, a rede de noticia estatal iraniana, IRIB.

Os EUA que colocaram a Guarda Revolucionária do Irã na lista de organizações terrorista, ameaçou agora impor novas sanções econômicas contra o governo de Teerã, mas apensar da atitude americana, marinha americana não mudou a sua postura em relação a Guarda Revolucionária, a qual tem como responsabilidade, “cuidar” da passagem dos navios no estreito de Ormuz.

Segundo o major-general Mohammad Baqeri, os navios militares dos EUA a qual trafegam pelo estreito, tem como obrigatoriedade, se reportarem a Guarda e eles estão respondendo as perguntas feitas por eles normalmente, sem nenhuma mudança em seus procedimentos para com os militares do Irã.

Com tudo, A tenente Chloe Morgan disse também neste domingo (28) que o estreito de Ormuz é uma via marítima sem a jurisdição do Irã, sendo assim uma via de navegação internacional e o fechamento dele, estaria por ferir o direito de livre comercio em águas internacionais.

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Morgan por fim disse:

“Os EUA, junto com nossos aliados e parceiros, estão comprometidos com a liberdade de navegação e permanecem bem posicionados para preservar o fluxo livre do comércio, e estamos preparados para responder a quaisquer atos de agressão”

Caso realmente o Irã venha sair do tratado de não proliferação de armas atômicas, uma nova corrida armamentista pode eclodir no já conturbado Oriente Médio, incluindo a fabricação de armas nucleares.

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