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EUA, Brasil e mais seis países convocam reunião extraordinária da OEA sobre a Venezuela

18 de janeiro de 2019 – 20:08:45

Os Estados Unidos e mais sete países do continente americano pediram hoje a convocação de uma reunião da Organização de Estados Americanos (OEA) para abordar “os recentes acontecimentos na Venezuela”, segundo um documento citado pela agência noticiosa Efe.

O pedido foi assinado pelo embaixador dos Estados Unidos junto da OEA, Carlos Trujillo, e é dirigido ao representante de El Salvador na organização, Carlos Alberto Calles Castillo, que assumiu em 01 de janeiro a presidência do Conselho Permanente, um cargo rotativo entre os Estados membros.[post_ad]
O representante de El Salvador, país em que está no poder a esquerdista Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional (FMLN), deverá agora responder ao pedido dos oito países.
Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Peru e Estados Unidos pedem que o encontro se realize na próxima quinta-feira, 24 de janeiro, comece às 11:00 locais (16:00 de Lisboa) e se destine especificamente a abordar “os recentes acontecimentos na Venezuela”.

A Venezuela vive uma situação de incerteza política desde que no passado dia 10 de janeiro o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, no poder desde 2013, tomou posse para o seu segundo mandato de seis anos após umas eleições, em maio, consideradas irregulares pela maior parte da comunidade internacional.

No dia em que Maduro tomou posse, 19 dos 34 países que são membros ativos da OEA aprovaram uma resolução declarando não reconhecer a legitimidade de Maduro, embora até agora o Paraguai tenha sido o único a decidir cortar relações diplomáticas com a Venezuela e encerrar a sua embaixada naquele país.

Declarações de repúdio foram também emitidas pela União Europeia (UE) e pelo Grupo de Lima, formado por Estados do continente americano que consideram em falência a democracia na Venezuela.

O presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, recebeu vários apoios – incluindo o do secretário-geral da OEA, Luis Almagro – para exercer o cargo de líder interino do país, uma opção consagrada na Constituição venezuelana no pressuposto de não haver um Presidente legitimamente eleito e de se cumprir uma série de condições.

Fonte: JM

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