EUROPA

Rússia inicia exercícios militares as portas da OTAN com 12.700 soldados, Lituânia diz que o numero é mais de 100 mil

14 de setembro de 2017 – 13:42:03

Apesar dos números informados pelo governo da Russia, países como Lituânia e Estônia falam em mais de 100 mil tropas, que serão mobilizados entre os dias 14 ao dia 20 de setembro.
O governo da Rússia iniciou uma serie de exercícios militares em parceria com a Bielorrússia, pais considerado estratégico e grande aliado dos russos.
O exercício começou no dia nesta quinta-feira dia 14 e esta previsto a terminar no dia 20 de quarta-feira.

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De acordo com os russo, o exercício prever apenas manobras defensivas, mas a OTAN classificou esse exercício como uma demostração de força por parte do exercito russo, que e está as dos seus países membros.
Os Exercícios batizado de Zapad-2017 contará com a mobilização de 12.700 mil soldados que irão simular combates defensivos ao longo das fronteiras com a Polônia e Lituânia no encrave de Kaliningrado, região essa considerada bastante importante geopoliticamente para os russos.
Duvidas dos outros países
Apesar de está confirmado a presença de apenas 12.700 soldados, países como Lituânia e Estônia divergem dos números informado pelo centro de comando da Rússia e estimulam mais de 100 mil de tropas participantes afirma o especialista Alexandre Golts a agencia de noticias AFP.

“A Rússia é capaz de manipular as cifras com grande naturalidade, por isso não quer observadores estrangeiros. Mas os 12.700 soldados anunciados nas manobras estratégicas é ridículo”, firmou Golts, que calcula um efetivo acima de 100.000 militares.

Preocupado com o exercício, o presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, ordenou um reforço da segurança nas fronteiras ucranianas e elevou o nível de prontidão de suas tropas.
O governo da Polônia considerou hoje “existirem indícios” de que as manobras conjuntas iniciadas pelos exércitos russo e bielorrusso perto das suas fronteiras têm um “caráter ofensivo”, ao contrário das declarações de Moscovo.
Em consonância, a Presidente da Lituânia, Dalia Grybauskaite, assegurou em entrevista à rádio LRT que o seu país está “mais bem preparado” para estas manobras que em situações anteriores, em parte devido à “ajuda dos amigos da NATO”.
Também o chefe da diplomacia da Letónia, Edgars Rinkevics, assinalou em declarações à radiotelevisão pública que o seu país “não considera os exercícios como uma ameaça militar direta”, mas reconheceu que o Executivo permanece “em estado de alerta”.
Em entrevista à agência russa Ria-Novosti e hoje publicada, o secretário-geral aliado, Jens Stoltenberg, mostrou-se conciliador: “A NATO não pretende uma nova Guerra fria, nem uma nova corrida aos armamentos”, assegurou, e prometendo ainda “continuar os esforços para melhorar as relações com a Rússia”.
A tensão entre Russia e OTAN elevou depois da anexação da Crimeia, território reivindicado pela Ucrânia com parte do seu pais.
Fontes: Veja / DN 

CG ADM

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