AMÉRICASBOLÍVIA

Evo Morales se reúne com Maduro para falar sobre golpe no Brasil

21 de abril de 2016 – 20:15:41

O presidente da Bolívia, Evo Morales, fez nesta quinta-feira (21) uma escala na Venezuela em sua viagem a Nova York, para discutir sobre o impeachment da presidenta Dilma.

 
 
Morales participou de um encontro com o mandatário do país, Nicolás Maduro, no qual conversaram sobre o processo de impeachment contra Dilma Rousseff, que foi qualificado como “golpe de Estado”.
Na reunião, segundo Maduro, eles avaliaram a situação da América Latina diante da “investida” da direita contra movimentos progressistas, especialmente o processo contra Dilma Rousseff.
“Estivemos conversando largamente… estivemos avaliando a situação da América Latina, toda esta investida da direita (…) o golpe de estado contra a presidente Dilma e estivemos falando da mudança climática também”, disse Maduro no Aeroporto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía, onde se reuniu com Morales antes que o presidente boliviano seguisse rumo a Nova York.
Morales chegou a Caracas acompanhado do chanceler boliviano, David Choquehuanca, e ambos foram recebidos pela chanceler venezuelana, Delcy Rodríguez.
Nos Estados Unidos, Evo participará, junto com Dilma e outros chefes de Estado, da cerimônia de assinatura do Acordo de Paris sobre Mudança do Clima, que envolve metas para reduzir a emissão de gases do efeito estufa por parte dos países signatários.
“Ele [Morales] vai conversar com ela [Dilma] e pedi que lhe transmitisse toda minha solidariedade”, declarou Maduro.
Assessores da Presidência da República do Brasil informaram à agência de notícias Reuters que, durante seu discurso na sede da ONU, a presidente deverá falar sobre seu processo de impeachment, ao qual se refere como um “golpe” contra um governo democrático e legítimo.
Mais cedo, Morales informou na Bolívia sobre a suspensão da reunião dos chefes de Estado da União de Nações Sul-americanas (Unasul) que seria realizada no sábado no Equador.
“Ontem à noite, tarde, me informaram que foi suspensa. Só haverá reunião de chanceleres para a transferência da presidência Pro Tempore do Uruguai para a Venezuela”, detalhou.
No domingo (17), a oposição na Câmara dos Deputados do Brasil reuniu os 342 votos necessários para que prossiga o processo de impeachment contra Dilma, que agora é analisado pelo Senado.
Fonte: Opera Mundi /
Terra Noticias

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